As famílias que ficaram desabrigadas por deslizamentos de encostas ou pela enxurrada no Litoral do Paraná no início de março serão instaladas até o início da próxima semana em moradias provisórias providenciadas pela Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná), em parceria com a Defesa Civil, Secretaria da Família e Desenvolvimento Social e prefeituras dos municípios.

A transferência vai permitir a retomada das aulas nas escolas que servem de abrigo, principalmente em Antonina, que tem o maior número de desabrigados no momento, em média, 60 famílias (aproximadamente 240 pessoas). Em Morretes, 16 famílias precisam de moradias temporárias e em Paranaguá, mais sete.

Em Antonina, a Cohapar está reformando e adequando as instalações de uma área adquirida pela prefeitura, que pertenceu à Capemi (Caixa de Pecúlio Militar). O local possui uma edificação com vários salões, quatro casas e uma área que será terraplanada e drenada, para receber seis casas provisórias. Uma equipe de engenheiros, assistentes sociais e técnicos da Cohapar deve concluir as adequações do sistema elétrico, hidráulico e da cobertura dos imóveis, para instalar parte das 60 famílias que estão abrigadas nas escolas municipais Gil Ferez e João Paulino, em uma creche e em um templo da Igreja Batista.

A Copel também cedeu algumas casas da Usina Hidrelétrica Governador Pedro Viriato Parigot de Souza, na PR-340, que serão usadas como moradias provisórias para pelo menos 10 famílias desabrigadas em Antonina.

mockup