Muitos vestibulandos contaram com o apoio ‘‘ao vivo e a cores’’, dos pais. Carmen Lígia Federicci, mãe de Danielle, 17 anos, candidata ao curso de medicina, arranjou um lugar à sombra, sobre o gramado que circunda o Centro de Ciências Humanas (CCH), para aguardar a filha. Revista em punho e celular do lado, ela transmitia, periodicamente, ao marido que ficou em São Paulo, como estava a situação.
‘‘Meu marido só não veio porque teve alguns imprevistos de última hora. No ano que vem vai ser a vez do meu filho prestar para arquitetura’’, conta. A família mora em São Caetano do Sul. Ela diz ter ficado surpreendida com a organização do vestibular e a receptividade da cidade. Animada, acredita no sucesso de Danielle. ‘‘Ela estudou muito e está bem preparada’’.
A família de Fernanda, 17 anos, veio em peso para torcer pelo seu sucesso. A mãe, Neuza Peron Marques, o irmão, Silvio Henrique, 23 anos, e sua namorada, Kátia Fagan, 21 anos, esperaram tranquilamente, do lado de fora do Centro de Educação Física (CEF) que ela terminasse as provas de Química e Biologia. ‘‘Vamos estar aqui em todos os dias das provas’’, garantem. Eles moram em Floraí, município distante cerca de 45 quilômetros de Maringá. (Célia Baroni)

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