Família que doa unida...
O ato de doar sangue, na opinião do auxiliar operacional Anderson Peralta, é o maior gesto de amor que ele pode ter pelo próximo. Não é algo que me faz falta nem me incomoda de nenhuma maneira. Não vejo porque de não fazer isso, já que posso ajudar outra pessoa.
Peralta afirma que doa sangue desde os 19 anos, mas não tinha uma frequência, foi somente após um acidente de carro que sofreu e após acompanhar a necessidade do hemocentro, que passou a doar com regularidade.
O advogado Thiago Kussano conta que começou a doar sangue há a dez anos, quando o tio de um amigo seu precisou. Depois disso o gesto tornou-se hábito. Hoje seus familiares e amigos também são doadores. Sempre os chamo para vir doar comigo, completa.
Para a dona de casa Léia Ainhaia de Campos e seu filho Rodrigo, a adoação de sangue tornou-se hábito no ano passado, quando a filha de Léia, os chamou para começar a doar.
Hoje entendo a grande importância da doação para as pessoas que estão hospitalizadas, enfatiza. Até me cadastrei como doadora de medula, ficaria muito feliz se minha medula fosse compatível com a de alguém que precisa.





