Campina Grande do Sul Cinco assaltantes foram presos ontem em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, após passarem duas horas mantendo uma família refém. Uma operação que contou com a participação de policiais do grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) foi montada para libertar os reféns.
Segundo informações obtidas na delegacia, o grupo pretendia assaltar a chácara da família de Horishi Tonooka, quando foi surpreendido pelos policiais, que haviam sido alertados pelo dono da propriedade. A filha de Tonooka percebeu que o carro com a quadrilha rondou a casa durante a parte da manhã e alertou seu pai que, por sua vez, ligou para a polícia.
Assim que a polícia chegou ao local, um dos assaltantes foi preso. Outros quatro refugiaram-se na casa e mantiveram a família como refém. O grupo só se rendeu após a chegada da juíza de Campina Grande do Sul, Paula Haddad Figueira, única exigência que os assaltantes fizeram para se entregar. Nenhum dos integrantes da família sofreu agressões, mas segundo informações da delegacia, eles ainda estavam abalados. Segundo o investigador Paulo Sérgio de Oliveira, os integrantes da quadrilha já tinham passagens pela polícia. Um deles, Agnaldo Costa de Oliveira, é foragido da delegacia de Mallet (44 km ao norte de União da Vitória).

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