Para se tornar um doador, é preciso deixar bem claro para a família. O Ministério da Saúde esclarece que não é preciso deixar nada por escrito, mas que após a morte os familiares deverão se comprometer a autorizar por escrito. Constatada a morte encefálica (morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais como o controle da respiração), uma equipe do hospital conversará com a família.
Os órgãos que podem ser doados são: córneas, coração, pulmão, rins, fígado, pâncreas, ossos, medula óssea, pele e valvas cardíacas. Quando um doador efetivo é reconhecido, a Central de Transplantes será comunicada e seguirá a ordem da lista de espera ou a compatibilidade entre doador e receptor, quando necessário.
Também existe a possibilidade de doar em vida, porém, somente órgão duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea. Para isso, o doador precisa estar com boa saúde e ser parente do receptor até o quarto grau ou cônjuge. Em outros casos, é preciso autorização judicial.
Portadores de insuficiência orgânica, doenças contagiosas transmissíveis por transplante, pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e pessoas com tumores malignos e doenças degenerativas crônicas não podem doar. (Com informações do Ministério da Saúde)
Serviço - Mais informações pelo Disque Saúde 0800-611997 ou no www.saude.gov.br

mockup