O sequestro do pecuarista Paulo Akira Kishino, 68 anos, entra hoje no sexto dia sem novos contatos dos sequestradores com a família. O único contato reconhecido oficialmente pela polícia ocorreu poucas horas após o sumiço do pecuarista, na quarta-feira. Atendendo a um pedido da família, a polícia retirou pessoal e equipamentos que estavam na Fazenda Boa Esperança, em Rio Bom (45 quilômetros ao sul de Apucarana).
Kishino possui três fazendas de gado no Norte do Estado. Ele desapareceu quando fazia uma caminhada num estrada rural que leva à Fazenda Boa Esperança. Desde sábado, apenas familiares e amigos estão frequentando a casa de Kishino. A maior preocupação da esposa do sequestrado, Gilda Kishino, e dos quatro filhos do casal é o delicado estado de saúde do refém, que sofre de diabetes, hipertensão e colesterol. Segundo o delegado chefe da 17ª Subdivisão Policial, Otacílio Gimenes Bovolin, a polícia não tem qualquer tipo de informação sobre o sequestro.

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