Curitiba A Santa Casa de Londrina já tem o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos pronto há oito meses. A enfermeira infectologista Kátia Fermino, da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do hospital, confirma que a maior dificuldade para colocar o programa em prática é justamente a ausência, na cidade, de um local adequado para o tratamento final dos resíduos.
Em Londrina a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) formou um um grupo, com representantes de clínicas e hospitais, para estudar a melhor solução para o lixo hospitalar. ''Estamos analisando se as empresas terão que formar um consórcio ou se haverá um mix entre poder público e empresas'', explica a presidente da CMTU, Rosemeire Suzuki Lima. Atualmente, os resíduos das unidades de saúde são recolhidos pela empresa terceirizada que faz a coleta de lixo na cidade e depositados em uma vala séptica do aterro sanitário.
Já Curitiba dispõe de um aterro sanitário específico para lixo hospitalar. Ele está localizado na Cidade Industrial (CIC) e, desde 1989, recebe todo o material infectante das instituições públicas e privadas da Capital. Mas a partir do ano que vem, quando a Resolução 33 já tiver entrado em vigor, o aterro estará com suas portas fechadas. É que, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o local está com a vida útil comprometida e deverá funcionar só até dezembro. (A.D.C.)

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