Falta de verbas atrapalhou as reformas
A falta de verbas teria atrasado as reformas do abrigo mantido pela Organização Não-Governamental (ONG) Camor, interditado pela Vigilância Sanitária e o Ministério Público (MP) na semana passada. É o que alega o coordenador da ONG paulista, com filial em Londrina, o pastor Eliseu Silva de Coimbra.
Segundo Coimbra, a Saúde já havia determinado adequações no local, há cerca de um ano, mas os recursos da entidade, provenientes de doações, não foram suficientes. ''Chegamos a reformar uma parte, mas precisamos de dinheiro para concluir a reforma'', assinalou. Ele não soube especificar o valor das despesas do abrigo.
Entre os principais problemas do espaço físico do abrigo estão a falta de iluminação, pisos e reboque nas paredes. ''Vamos fazer o que nos foi solicitado, não queremos parar com os trabalhos. Todos estavam aqui porque queriam, porque os trabalhos estavam dando resultado'', afirmou. O pastor destacou que as pessoas acolhidas faziam laboterapia, trabalhando com hortas e animais.
Esse é o segundo abrigo mantido por uma ONG interditado nesse semestre. Em junho, o MP determinou a interdição da ONG Movimento Evangélico Liberdade de Vidas de Londrina (Melvi).





