Falta de material atrasa instalação dos parquímetros
Lucinéia Parra
De Maringá
A empresa TecPark não cumpriu a previsão inicial de viabilizar no começo deste mês o funcionamento dos parquímetros nas áreas de estacionamento no centro de Maringá. A estimativa é que os parquímetros comecem a funcionar em caráter experimental no início de novembro. Atrasamos porque não tínhamos a fibra ótica, justificou o gerente da TecPark Dennis Cremonese.
Segundo ele, a instalação da fibra ótica no quadrilátero central de Maringá só começou na segunda-feira por causa da demora na entrega do material. Cremonese afirmou também que o sistema de parquímetro ainda não entrou em funcionamento por causa das negociações com a prefeitura sobre o valor a ser cobrado. Em entrevista à Folha no início de setembro, Cremonese chegou a afirmar que o custo seria de R$ 1,00 por hora de uso do estacionamento no centro.
O valor anunciado provocou críticas da população antes do novo sistema entrar em funcionamento. Através de um acordo entre a prefeitura e a Associação Comercial e Industrial de Maringá, foi possível reduzir o preço para R$ 0,70 a hora, disse.
Conforme Cremonese, a expectativa de iniciar a segunda fase de instalação ainda este ano também foi frustrada. Vamos dar um tempo em função da queda no preço para podermos nos capitalizar e voltar a investir, explicou. Nesta primeira etapa, estarão em funcionamento 64 parquímetros na região entre a Avenida Paraná e Avenida Herval; e entre a Avenida XV de Novembro e Rua Joubert de Carvalho.
Os parquímetros vão funcionar em caráter experimental por pelo menos 20 dias. O equipamento vai substituir a Zona Verde. A partir do seu funcionamento, o motorista terá que adquirir um tipo de chip eletrônico contendo o total de horas desejado. Hoje, os meninos da Zona Verde se concentram nas principais ruas e avenidas do centro e vendem a R$ 0,50 a guia de autorização de estacionamento por uma hora.





