O Aeroporto de Londrina vai ficar pelo menos mais uma semana operando sem o VOR, equipamento de auxílio à navegação aérea que reduz para 800 pés (2.480 metros) o teto e para 1.600 pés (4.877 metros) a visibilidade para pousos. Sem o equipamento de auxílio, o teto mínimo para pousos é de 1.500 pés (4.572 metros) e a visibilidade, de 5 mil pés (15.240 metros).
O superintendente interino da Infraero local, Marcelo Rodrigues da Silva, ressalva, entretanto, que o aeroporto dispõe de outros equipamentos menos sofisticados de auxílio à navegação aérea. Segundo o superintendente interino, os equipamentos disponíveis permitem operar com teto de 1.000 pés (3.300 metros) e visibilidade de 3.000 pés (9.900 metros).
‘‘O VOR emite sinais de alta frequência, orientando as aeronaves num raio de até 360 graus, tanto aquelas que vão pousar quanto as que apenas passam pelo território’’, explica Marcelo da Silva. Ele acrescenta que a inspeção periódica realizada pelo Grupamento Especial de Inspeção de Vôo, realizada no final do mês passado, detectou que o equipamento apresenta desajustes acima do tolerável em algumas radiais.
A verificação dos desajustes determinou a retirada do equipamento de uso para ajustes e nova inspeção. Segundo Silva, testes de terra asseguram que os ajustes feitos por técnicos da Infraero deixaram o equipamento em condições de operar. Entretanto, ainda são necessários os testes de precisão, que são feitos com aeronaves especiais. ‘‘Somente dentro de uns 10 dias será possível executar a inspeção de precisão’’, completa.

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