Falta de cadáveres prejudica aulas de anatomia na PUC
Falta de cadáveres
prejudica aulas de
anatomia na PUC
O número reduzido de cadáveres está prejudicando cada vez mais as aulas práticas de Anatomia Humana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Nos últimos dois anos, a instituição recebeu apenas cinco corpos para estudo, enquanto, anteriormente, a média era de dez cadáveres por ano. A dificuldade, segundo o médico José Mário Tupiná Machado, responsável pela disciplina na universidade, vem sendo provocado por problemas de conservação no Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba, responsável pelas doações de corpos às instituições de ensino.
Tupiná diz que a dificuldade enfrentada pelo IML está sendo causada pelo sucateamento das instalações. Não há falta de corpos, mas sim de geladeiras para armazená-los, explica. A legislação determina que para serem doados para estudo, os cadáveres devem ficar guardados durante trinta dias, período suficiente para que familiares possam reclamar o corpo. Para solucionar o problema, a PUC propôs ao IML que seja feito um rateamento dos custos de conserto das gavetas entre as instituições de ensino beneficiadas com as doações.





