Falta atualização nos mapas
Os taxistas de Londrina estão aderindo cada vez mais ao uso do GPS. Fernando Souza é um dos adeptos da tecnologia e conta que uma corrida que ele levaria 15 a 20 minutos pode ser realizada em sete ou oito minutos com o dispositivo eletrônico.
Souza só lamenta que muitas vezes os mapas dos provedores não estão atualizados. ''O Jardim do Oeste, por exemplo, não está catalogado, e olha que esse bairro existe há três anos em Londrina; mesmo baixando a última atualização do mapa de 2011, o bairro ainda não aparece'', conta o taxista. As regiões mais prejudicadas com a falta de dados, relata, são as zonas Leste e Norte. ''Nesses casos a gente acaba perguntando para os moradores da região, que vão orietando a gente'', explica.
Mas há taxistas que rejeitam o equipamento. Armando Jesus, de 64 anos, conta que não possui o aparelho e nem tem a intenção de adquirir um. ''Sou taxista há 32 anos e conheço muitas ruas da cidade e o que eu não sei peço informações à Central e certamente algum taxista na escuta deve conhecer o endereço'', justifica. Ele diz que geralmente os clientes que pegam o táxi embarcam para retornar para casa e sabem o caminho. ''Se for gente de fora, geralmente querem ir a hotéis, restaurantes ou aeroportos'', afirma. ''Para mim não faz falta ter um aparelho desses'', conclui. (V.O.)





