Uma falsa bomba no edifício da prefeitura de Araucária (Região Metropolitana de Curitiba) causou tensão entre os funcionários e provocou a interdição do prédio das 11 até as 15 horas de ontem. Tudo começou por volta das 11 horas, quando dois telefonemas anônimos avisaram a prefeitura e uma emissora de TV de Curitiba que duas bombas iriam explodir ali.
A assessoria do prefeito acionou a Delegacia de Explosivos, Armas e Munições (Deam) de Curitiba, que enviou três peritos ao local. Às 13 horas os peritos entraram no prédio, que já estava vazio, e localizaram no banheiro feminino do quarto andar um volume do tamanho de uma caixa de sapato embrulhada com jornal e fita adesiva.
Os peritos resolveram desarmar a ‘bomba’ no local. Abrindo o embrulho, encontraram um relógio com três fios e muita areia. Os fios foram cortadas e a bomba foi trazida para Curitiba para ser periciada. O prédio passou por uma varredura e foi liberado em seguida. No fim do dia foi divulgado que dentro da caixa não havia nenhum tipo de explosivo.
O prefeito Rizzio Wachowicz disse que vai pedir investigações sobre a autoria do atentado, que para ele foi obra de um louco ou da oposição ‘‘que perdeu a eleição e agora quer desestabilizar com táticas de guerrilha a administração’’. Rizzio Wachowicz disse que vem sendo seguido e que vai estudar medidas para melhorar o sistema de segurança da prefeitura.

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