‘‘Pela questão religiosa penso que a pessoa deve ter dignidade até a morte e o tratamento deve ser mantido até o final. Se o medicamento permite a sobrevivência, ele deve continuar.’’
Mariane Pereira Rocha, auxiliar de cartório

‘‘Sou favorável. Acho que deve prevalecer a dignidade e o bem estar da pessoa. Se a pessoa ou os parentes têm essa vontade, o sofrimento tem que ser abreviado.’’
Julia Rossi, advogada


‘‘É muito relativo. Quando uma pessoa está em fase terminal, a família sempre espera a cura. Eu concordaria se acontecesse isso na minha família.’’
Polyana Makita, gerente administrativo


‘‘Eu acho que a pessoa tem de saber o que ela tem. Se não tiver cura, como um câncer com metástase, os médicos devem suspender sim o tratamento.’’
Luiz Fernando de Moraes, auxiliar de escritório

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