‘‘É muito difícil eu usar algum serviço à noite. Acho que entrega de remédios e funcionamento de hospitais são necessários, mas outros não. Apesar de sempre ter alguém que precisa, eu acho uma judiação para quem trabalha. Deveriam funcionar somente os essenciais mesmo.’’ 
Jaqueline Meyer,
funcionária pública

‘‘Eu costumo usar os serviços de entrega de lanches e pizzas. Também peço remédios por telefone. É uma comodidade para a gente, mas é complicado para quem trabalha; tem que gostar. Agora, hospitais, hotéis, têm que ficar abertos mesmo, não tem jeito.’’  
Raul Humberto Briores Henriquez,
assistente administrativo


‘‘Não recorro aos serviços, no máximo de entrega de cerveja. Mas acho que qualquer tipo de serviço que esteja disponível e evite que a gente se desloque numa emergência, ou até mesmo para comprar um lanche, sempre é bem-vindo.’’ 
Fábio Henrique Arevalo,
estudante


‘‘Não tenho costume de utilizar serviços durante a madrugada, somente os essenciais, como farmácias e hospitais. Estes, sem dúvida devem funcionar sempre. No máximo peço uma entrega de comida à noite, mas não de madrugada.’’ 
Lucinéia Martins,
comerciante

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