‘‘Eu ajudava quando morava em Bauru (SP). Era uma entidade que prestava serviço a idosos carentes e minha mãe conhecia bem o seu histórico, por isso nós ajudávamos.’’  
Ricardo Marques Monson, professor de Educação Física


‘‘Não ajudo sempre, mas às vezes, quando ligam em minha casa, minha mãe acaba ajudando. É complicado porque não sabemos se o dinheiro está realmente sendo bem aplicado.’’  
Vagner Guimarães, auxiliar administrativo


‘‘Por enquanto eu não estou ajudando porque estou desempregada, mas já ajudei quando morava em Ibiporã. Minha família conhecia bem a entidade e por isso nós colaborávamos sem receio.’’
Lizandra Bandeira, dona de casa


‘‘Colaboro com algumas. Aqui em Londrina tem a Associação de Atendimento às Pessoas com Hanseníase, que eu sei que é bem séria. Também ajudo quando amigos fazem parte e eu sei que o trabalho é sério.’’  
Nina Cardoso, psicóloga

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