FALA, CIDADÃO
''Não faço, pois não chega. Ainda não estou numa bola de neve em dívidas, mas também não sobra. Tento manter as contas reguladas. Quando não dá, o jeito é usar o cartão de crédito ou o limite do cheque especial.'' Ana Paula Cavalheiro, bancária
''Como sou profissional liberal, não tenho salário. Mas sempre tenho uma reserva para garantir as contas fixas. É necessário também fazer um planejamento de gastos condizente com meus ganhos. Além disso, manter o sangue frio para controlar os vícios e não gastar além da conta.'' Jorge Borges, engenheiro
''Economizo bastante para não gastar com bobagens. Uso o salário com o básico e necessário. Para isso, evito baladas e outras coisas. Mas meu ponto fraco são as roupas e sapatos. Se falta dinheiro, recorro ao cartão de crédito.'' Agatha Lorraine, secretária
''Me planejo para que o salário cubra todas as despesas do mês. Todas as contas já estão programadas. Também não assumo compromissos que não possa cumprir. Sou controlado nesse sentido.'' Jonas Bergamo, funcionário público estadual





