''Da minha família, meus amigos. O mais importante para mim sempre foi minha cultura, por isso foi difícil me adaptar com as diferenças daqui.''
Diego Única Alcalá, 79 anos, pioneiro

''Do trem que funcionava bem aqui onde hoje é o Museu Histórico. A gente fazia viagens bem gostosas para Maringá. Sinto muita saudade disso.''
Antônio Ajarilla Filho, 83 anos, pioneiro

''Acho que o que eu mais sinto falta é das pessoas. Naquela época a gente saía de casa, se encontrava mais com as pessoas, tínhamos muitos amigos.''
Miltes Colli, 76 anos, pioneira

''O que eu mais sinto falta daquela época é das pessoas, tenho saudade daquele tempo, da família e dos amigos.''
Shin-Ichi Numata, 90 anos, pioneiro

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