FALA, CIDADÃO
Em primeiro lugar, costumo usar as dosagens indicadas pelos médicos, mesmo quando estou melhor. Caso encontre algum medicamento vencido, descarto imediatamente. Os comprimidos e líquidos são dissolvidos em água e jogados num ralo. Aprendi isso em campanhas educativas ao longo da vida.
Lelbe Luiz Francisconi, 66 anos, servidor estadual
Há muito tempo, adquiri o hábito de doar os medicamentos válidos, que sobram em casa. Normalmente, entrego tudo à igreja. Costumo fazer essa pesquisa a cada seis meses. Para evitar o desperdício, prefiro utilizar remédios manipulados. Eles são mais baratos e vêem nas dosagens exatas.
Israel Carlos de Carvalho, 44 anos, voluntário
Sempre que preciso de algum remédio, recorro à caixinha própria e aproveito para descartar os vencidos. Guardo apenas o que pode ser útil. Os líquidos são jogados no ralo e os comprimidos no lixo comum. As embalagens destino à coleta seletiva.
Rute Alves, 38 anos, consultora de beleza
Por falta de opção, descarto a maioria dos medicamentos vencidos no lixo comum. O único cuidado é embalar o material numa sacola plástica. Apenas os líquidos (xaropes e colírios) são despejados no ralo. Faço essa triagem a cada dois ou três meses.
Moisés Fernandes Gouveia, 65 anos, auxiliar de laboratório





