''Preconceito se acaba com educação. O ser humano teme o que não conhece, e a convivência ajuda a quebrar barreiras. Se trabalhar isso, em médio prazo nós já teríamos uma redução no preconceito.''
Ricardo Costa, 35 anos, funcionário público

''Acho que fazendo atividades educativas e de integração. Isso é um grande incentivo, e mostra para a sociedade que essas pessoas são deficientes, mas não são incapacitadas, e conseguem trabalhar normalmente.''
Carolina Sípoli, 24 anos, contadora

''Deveria ter mais oportunidade de estudos e serviços. O governo também deveria dar mais apoio a eles. As pessoas têm preconceito porque acham que os deficientes não têm competência, mas eles têm sim.''
Elaine Renata Batista, 18 anos, estudante

''É uma questão de consciência. Mas faltam eventos que promovam uma convivência maior, para que as pessoas percebam que os deficientes são gente boa tanto quanto a gente. Assim, devagar elas vão aceitando.''
Rogério Luiz Corrêa, 28 anos, colorista

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