‘‘Sou a favor, porque assim as outras crianças aprendem a conviver e a ver aquela característica não como um defeito, mas como alguma coisa que pode acontecer com qualquer um. São alunos que não devem ser excluídos.’’
Dirceu Araújo Crigas, bombeiro, 39 anos.

‘‘Eu concordo, porque a inclusão ajuda a acabar com o preconceito. Vejo isso na escola do meu filho, que tem uma criança com deficiência. Acho que estas crianças vão crescer com outra mentalidade.’’
Márcio Adriano de Oliveira, impressor industrial, 32 anos.

‘‘Concordo porque esta convivência com outras crianças é muito importante, mas só isto não é suficiente. As crianças especiais precisam de atendimento especial, porque correm o risco de ficar isoladas.’’
Elizamara Pelegrini Matveichuke, secretária, 32 anos.

‘‘Sou a favor, porque todas as crianças têm os mesmos direitos. Estudando nas mesmas escolas, elas não parecem diferentes às outras crianças, e isto no futuro vai ajudar a diminuir o preconceito.’’
Eudicéia Cordeiro, garçonete, 30 anos.

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