‘‘Concordo com as duas. Acho que a lei tem que ser mais severa para tentar diminuir os crimes. Para casos hediondos, como crime premeditado, roubo seguido de morte, a pena deveria ser mais séria. Não iria acabar com o crime, mas as pessoas iriam pensar mais antes de fazer algo errado’’
Alexandre Anami, 30 anos, empresário

‘‘O problema é que não estamos preparados para esse tipo de punição. Até acho que deveria haver pena de morte e prisão perpétua, mas talvez no futuro. Deveria ter um trabalho com as famílias primeiros, para ensinar os pais a educarem seus filhos e evitar que eles caiam no crime’’
Uilton Bento de Andrade, 57 anos, porteiro

‘‘Sou a favor das duas porque acho que quem faz alguma coisa errada tem que ser punido com rigor. Para estupradores, pessoas que matam crianças, como o caso do menino João Hélio, merecem morrer. Não acredito que essas pessoas tenham solução. Elas irão fazer de novo se forem soltas’’
Maria Helena Pereira, 39 anos, doméstica

‘‘Pena de morte não, mas prisão perpétua sim, para crimes bárbaros. E a pessoa presa teria que trabalhar para a comunidade. Também acho que não deveria ter limite de idade para ser punido dessa forma. Assim iria diminuir o número de adulos que usam menores para se livrar de condenações’’
Eduardo Bignami, 41 anos, médico veterinário

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