FALA, CIDADÃO
Não dou dinheiro, porque acho que não é com este tipo de assistencialismo que vamos resolver o problema. Muitas vezes elas são exploradas por adultos. prefiro comprar algum alimento e dar a elas.
Leila Bueno, 29 anos, bancária.
Eu dou dinheiro, mas depende das condições da criança. Se for pequena e eu perceber que está com fome, fico muito penalizada. Por exemplo, sempre dou dinheiro aos indiozinhos que ficam aqui no Centro.
Shirlene Barroso, 41 anos, psicóloga.
Dificilmente dou dinheiro. Se estou em uma lanchonete, por exemplo, prefiro dar algo para ela comer. Procuro analisar a situação para ver para porque a criança está pedindo esmola.
Sebastião Batista Coelho, 48 anos, segurança.
Não dou dinheiro. Acho que com isso estaria incentivando a criança à marginalidade. Só dou se percebo que ela está procurando ser útil. Caso contrário, dou alimento ou um brinquedo.
Marcelo Ferrari, 42 anos, bancário.





