FALA, CIDADÃO
''Colaborei muito tempo com a LBV, mas depois daquele escândalo de enriquecimento ilícito não ajudo nenhuma instituição. Se decidir colaborar com alguém, vou optar por um hospital ou creche onde possa fiscalizar a aplicação do dinheiro.''
Júlio Nonose, 50, administrador
''Pago somente o dízimo na Igreja e nada mais. Quando alguém pede outra colaboração digo que não posso. É muito difícil acompanhar a trajetória do dinheiro doado. Por isso, prefiro ajudar quem conheço.''
Sebastião Carlos da Rocha, 49, comerciante
''Auxilio o Hospital do Câncer e a LBV. Tenho curiosidade de checar as ações realizadas com esse dinheiro, mas nunca tomei a iniciativa, apesar de achar muito importante.''
Deise Doretto Pierolli, 26, florista
''Doei uma vez dinheiro ao GAPC e fiquei arrependido após descobrir que uma quadrilha se aproveitava da boa vontade alheia. A partir de agora, ajudarei, quando puder, pessoas carentes da minha comunidade. Entidades de outras cidades não terão vez.''
Cristiano José Barreto, 27, cabeleireiro





