‘‘Sem dúvida, é o telefone: fixo e celulares. Eu e meu marido somos representantes comerciais e fazemos muitas ligações de trabalho em casa e na rua. Além disso, os filhos têm amigos e namorados (as). No final do mês, a conta é de aproximadamente R$ 300,00, mas acho compatível com o uso. É claro que procuramos economizar ligando, sempre que possível, em horários mais baratos.’’
Lucicleia Ferrajan, representante comercial


‘‘Acredito que seja alimentação, devido ao número de pessoas: cinco adultos. Embora compremos apenas o básico, a conta deve ser alta. Meus pais é quem pagam, mas eu e meus irmãos ajudamos com dinheiro ou ticket refeição. Acho que se estivesse no lugar deles, não conseguiria sustentar tantas bocas.’’
Rodrigo Barriviera, tecnólogo


‘‘Telefone. Em casa, todos falam muito, até mesmo quando a ligação é interurbana. Por isso, esperamos os horários mais econômicos para ligar para alguém ou usar a internet que, em nosso caso, é discada. Meu pai é quem paga a conta, que gira em torno de
R$ 180,00 por mês, valor alto na minha opinião.’’
Fabio da Silva, auxiliar geral desempregado


‘‘Com certeza, energia elétrica. Tenho uma filha adolescente que passaria o dia – tranqüilamente – com computador, televisão, aparelho de som e lâmpada ligados ao mesmo tempo. Isso não acontece porque fazemos o seguinte acordo: utilizar, no máximo, dois equipamentos para manter outro gasto.
Ela não gosta muito, mas obedece. No verão, quando gasta-se menos com o chuveiro, pago entre R$ 200,00 e R$ 220,00 por mês, o que, para mim, é um valor altíssimo.’’
Adriana de Luca, professora

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