‘‘A segurança no Calçadão é mais ou menos. Se tivessem policiais dia e noite acho que se evitaria muita tragédia. Em oito anos trabalhando aqui nunca fui assaltado mas já vi muita coisa. Acho que tudo isso é um desabono para a cidade, tanto no Brasil quanto em outros países’’
Wilson Soares, 33 anos, vendedor ambulante


‘‘Aqui no centro a segurança é muito pouca. Não aparece ninguém para fiscalizar nem policial fazendo rondas. Nunca fui assaltado aqui mas de vez em quando passa uns rapazes jogando pedra. Eu trabalho até às 22 horas por questão de segurança porque, por mim, trabalharia a noite toda’’
Nilton de Souza Oliveira, 55 anos, taxista



‘‘Três lojas aqui da rua já foram visitadas por assaltantes armados nos últimos três meses. É difícil de analisar a questão da segurança no Calçadão porque ultimamente a PM tem passado com freqüência. Mas de manhã e depois que termina o comércio parece que os policiais não ficam’’
José Antônio Morini, 52 anos, comerciante


‘‘Estou há trinta anos no Calçadão e tenho tido muita sorte, mas meus vizinhos já foram assaltados por adolescentes armados. Acho que o período mais perigoso é de manhã e no meio-dia, quando a PM não fica por aqui. Eles atacam quando não tem policial, mas acho que essa violência está no país inteiro e ninguém está livre disso.’’
Sérgio Elias de Oliveira, 43 anos, dono de casa lotérica

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