‘‘Já participei de greves na época em que era estudante. Eram as greves estudantis, quando reivindicávamos melhores condições para os estudos. Toda reivindicação é válida, desde que que se tenha respaldo. Feita de maneira saudável e organizada, na minha opinião, toda manifestação é sempre bem-vinda.’’
Jorge Kataoka, fisioterapeuta acupunturista


‘‘Nunca participei de nenhuma greve. Dependendo do que está sendo reivindicado, se a questão fosse justa, participaria, sem problema nenhum. Caso contrário não entraria no movimento. Acho importante as pessoas lutarem por seus direitos. Se isto for feito de forma a não prejudicar a sociedade, a greve deve ser feita.’’
Geani Arrono, atendente


‘‘Nunca participei de nenhuma greve e não participaria, independentemente da causa. Acho isso um atraso, tanto para estudantes como para a comunidade em geral, que precisa dos serviços essenciais, como os da saúde pública. Movimentos assim só atrapalham a vida das pessoas. É muito complicado, principalmente para quem depende da rede pública’’.
Augusta Piovezan, universitária


‘‘Sou completamente a favor das greves. Em 26 anos de trabalho na rede pública participei de todos os movimentos e acho que esse é o único jeito de conseguir o que a gente precisa. Não importa como, mas a greve deve ser feita. E não pode ceder até conseguir o que queremos. É um direito legítimo do trabalhador.’’
Paula Nunes, funcionária pública

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