‘‘Sem receita eu só compro aspirina para gripe e dor de cabeça. No mais, procuro um médico. O problema é que a gente só consegue atendimento depois de quase 15 dias. Isto quando a gente consegue. Por isso, não dá pra esperar sempre’’
Maria Aparecida Durais, 40 anos, operária desempregada


‘‘Às vezes, eu compro remédio sem receita médica. Quando não tenho em casa, vou buscar na farmácia. Ainda mais quando é uma coisa simples, como uma gripe. Sei que pode ser perigoso, mas não conheço ninguém que tenha tido problemas por causa da auto-medicação.’’
Roberto Pires, 39 anos, auxiliar de serviços gerais


‘‘Tenho uma farmacinha em casa para usar na hora da emergência, com dipirona e anti-inflamatório. Só que não tenho antibiótico. O problema quando a gente procura o médico é que eles dão uma receita para comprar remédios caros, que não tenho como pagar’’
Sabrina Marques, 35 anos, metalúrgica desempregada

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