A exumação do corpo do empresário Júlio César Marino, morto em dezembro do ano passado, está descartada pelo Ministério Público. Esta possibilidade foi ventilada no início do mês por causa de dúvidas que peritos do Instituto de Criminalística (IC) de Londrina estavam tendo com relação ao laudo de necrópsia.
O laudo foi assinado pelo legista do Instituto Médico Legal (IML) Fernando Milani de Moura e, segundo o Instituto, não deixava claro onde estavam as entradas e saídas dos projéteis que atingiram a vítima. O chefe do IC, Darci Dória de Faria, explica que as dúvidas foram sanadas anteontem, quando o médico compareceu ao instituto. ‘‘Ele fez um novo estudo e deu explicações sobre o laudo’’, relata o chefe da Criminalística.
Darci Dória diz que, com as dúvidas sanadas, agora será possível reconstituir o crime por computação gráfica.
O objetivo principal deste trabalho, segundo ele, é dar à Polícia e à Justiça melhor visão do que aconteceu no dia do crime. Segundo ele, não há previsão de quando o trabalho será concluído.

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