O delegado operacional da 16ª Subdivisão Policial de Campo Mourão, Lindomar Alves Júnior, disse ontem que ficou ainda mais confuso após a exumação do corpo do lavrador José Divino dos Reis, realizada na sexta-feira, em Peabiru. Reis foi morto a tiros em agosto de 1997 numa fazenda de Iretama. Alves Júnior pediu a exumação porque estranha a versão dada ao crime, que teria ocorrido numa tentativa de assalto. O delegado suspeita que Reis tenha sido assassinado. Após a exumação ele descobriu que o crânio, que deveria ter duas perfurações de bala, tinha apenas uma. O crânio foi levado ao Instituto de Criminalística para exames.

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