O Estatuto das Cidades deve apressar a ocupação dos vazios urbanos existentes em Maringá. Hoje o município já tem uma lei de cobrança progressiva do imposto territorial, que tenta incentivar os proprietários a não manter lotes sem edificações, mas a expectativa é que a legislação federal dê mais resultados. ‘‘A ocupação dos vazios já é uma tendência natural’’, avalia o coordenador de análise e projetos da Secretaria de Planejamento, Nelson Toneli.
Ele diz que o perímetro urbano de Maringá não é ampliado há vários anos e que a cidade está crescendo dentro das áreas vazias. Os mais de 10 loteamentos aprovados nos últimos três anos ocupam esses espaços. ‘‘Vamos analisar a nova legislação para aplicar aqui’’, afirma. Toneli acha que o estatuto será vantajoso para quem mora em locais novos, onde os proprietários de terrenos aguardam o crescimento do bairro para especulação.

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