Executores incriminam mandantes
José Cristino Malta e Aparecido Barbosa de Andrade não assumem o mando do crime. Um diz que foi o outro. No entanto, Leônidas Borbosa de Andrade (irmão de Aparecido) diz que foi procurado em sua casa pelos dois para que conseguisse uma pessoa que pudesse matar Zanchin. Leônidas indicou Marcos Alves, que aceitou. O revólver calibre 38 cano curto e mais 12 balas foram entregues a Marcos no dia do crime, sábado, por José Cristino a Aparecido.
Foi Aparecido que levou os dois de Paranacity até a casa de Zanchin em Sarandi, no carro de José Cristino, uma Parati de cor preta. Depois do crime, os dois fugiram a pé até um posto de gasolina, onde José Cristino os levou em seu carro até a avenida Pedro Taques, em Maringá, onde eles pegaram um táxi para Nova Esperança.
Leônidas e Marcos contam ainda que os R$ 500,00 prometidos como pagamento pelo crime foram entregues por José Cristino e Leônidas. Marcos disse à Folha que nunca havia usado um revólver antes: Peguei o serviço porque estava duro.





