Os medicamentos considerados excepcionais, normalmente de custo alto, são distribuídos através de uma portaria do Ministério da Saúde, beneficiando famílias carentes. Cada Estado adota uma lista de remédios e cria um protocolo para a distribuição. No Paraná são 16 medicamentos indicados para várias doenças, que atendem dezenas de pacientes apenas na região de Maringá. Segundo a assistente social Miriam Fernandes Martins, do HU, para se cadastrar no programa a pessoa não precisa apenas estar com a doença e ser pobre.
O paciente se inscreve e passa por uma bateria de exames, que vai constatar a real necessidade do tratamento. Os exames clínicos levam em conta todas as condições do paciente. No caso do tratamento contra a puberdade precoce verdadeira, são verificados todos os sintomas conforme a idade da criança, velocidade de crescimento e outros sintomas detalhados que comprovem a necessidade do medicamento. Os pacientes que não se enquadram são excluídos. (M. Z.)

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