Exame de DNA de padre Adelir sai em um mês
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sábado, 05 de julho de 2008
André Amorim<br> Equipe da Folha 
O resultado do exame de DNA para descobrir se o corpo encontrado na bacia de Santos (RJ), na última quarta-feira, pertence mesmo ao Padre Adelir de Carli, vai demorar pelo menos um mês. O padre desapareceu em abril quando realizava um vôo com balões de festa. O exame de DNA foi requisitado para identificar o cadáver, já que outras formas de reconhecimento estão descartadas devido ao avançado estado de decomposição.
Segundo informações da Pastoral Rodoviária de Paranaguá, da qual Carli fazia parte, familiares do padre estariam se dirigindo para o Rio de Janeiro para realizar a coleta do material para o exame, que será realizado no Instituto de Genética Forense do Estado.
Os restos mortais foram encontrados por uma embarcação que presta serviços à Petrobras boiando junto a pedaços de roupa e outros materiais a cerca de 100 quilômetros da costa de Maricá (RJ). O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Macaé (RJ), onde aguarda identificação.
No dia 20 de abril o padre Adelir levantou vôo puxado por mil balões de festa cheios de gás hélio para divulgar os trabalhos da Pastoral Rodoviária. A intenção era seguir para o Mato Grosso do Sul, mas ventos fortes desviaram sua rota e o levaram para o litoral de Santa Catarina, onde ele desapareceu.


