Ex-secretária retruca
A assistente social Márcia Lopes, secretária de Ação Social na administração Luiz Eduardo Cheida (1993-1997), contestou ontem as informações de que houve falta de conservação no prédio da Supercreche.
‘‘O prédio é que foi mal feito’’, disse. Segundo ela, desde a inauguração começaram a surgir rachaduras, infiltrações, problemas no teto de gesso e na rampa de acesso a portaria, que chegou a ser interditada.
Ainda segundo Márcia Lopes, os problemas eram tantos que houve dificuldade para a Supercreche ter o ‘‘habite-se’’ (autorização para ocupar o imóvel) liberado.
Além dos problemas físicos, a ex-secretária defende que a própria concepção da Supercreche foi equivocada. Ela cita, por exemplo, que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê creches atendendo no máximo 120 crianças, muito menos do que as 500 previstas no projeto inicial.
A Folha também tentou ouvir o ex-prefeito Luiz Eduardo Cheida, mas a informação na casa dele é de o ex-prefeito estaria viajando e só retornaria no domingo. (L.H.)

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