O mecânico Rogério Guedes da Silva, de 30 anos, foi assassinado na noite segunda-feira com pelo menos dois tiros. De acordo com o delegado-adjunto da 10 Subdivisão Policial (SDP), Antonio do Carmo, ele estava em liberdade condicional e teria deixado a prisão há cerca de um mês. A vítima cumpriu pena de três anos e oito meses na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) pelo crime de tráfico de drogas.
O delegado contou que o irmão da vítima relatou ter escutado quatro tiros, por volta das 22 horas, no Conjunto Marília Cecília (Zona Norte). ''O irmão encontrou o corpo da vítima caído perto de um orelhão. Ele teria saído aquela hora para fazer uma telefonema para a namorada'', disse do Carmo. Dois homens de moto teriam se aproximado de Rogério e disparado dois tiros na boca dele. A vítima não estaria sendo ameaçado, mas sua morte, segundo a polícia, pode ter sido encomendada. ''Pelo forma como aconteceu, os motoqueiros, o pouco tempo que ele estava em liberdade, acreditamos em morte dirigida. Os indícios apontam envolvimento dele com criminosos'', argumentou.
O delegado afirmou ainda que o escrivão de plantão desconfiou do depoimento do irmão e descobriu via sistema de consulta que ele tinha mandado de prisão expedido pela Justiça de Santos. José Guedes da Silva, 40 anos, foi preso e deve ser encaminhado para a carceragem do distrito menos superlotado. Silva responde na cidade paulista por porte de arma.

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