Ex-diretor da Ametur rebate críticas
O diretor geral da Ametur na administração passada, Newton Sborgi, rebateu as criticas à reforma feita em 95 no Moringão e disse que todo o dinheiro aplicado na época garantiu, além da possibilidade do ginásio sediar campeonatos como o Nacional de Basquete, mais segurança para o público. Quase toda parte elétrica e hidráulica do Moringão estava deteriorada. A situação era gravíssima e corria-se o risco até de pegar fogo lá.
Sborgi lembra que, na época, a idéia inicial era somente reformar a quadra, para que jogos pudessem ocorrer no local com mínimo de qualidade técnica. Mas, segundo ele, à medida que o trabalho começou a ser feito, novos problemas foram surgindo. Um deles foi a caixa dágua, de 50 mil litros, que estava caindo e foi substituída por outra, de 30 mil. O outro problema era o sistema de fiação elétrica, que estava condenado e foi quase todo trocado.
Além disso, houve a troca do piso da quadra, a substituição das tabelas, a pintura em todo o ginásio e a reforma do placar eletrônico. O ex-diretor da Ametur diz também que foram feitos reparos emergenciais no telhado e nas calhas, para acabar com a goteira.
Ele diz porém que os reparos emergenciais não eram uma solução definitiva do problema das inundações, já que não havia recursos para tanto. E tem que haver manutenção, senão deteriora, diz. Sborgi lembra que a reforma na época só foi possível graças ao programa de parcerias implementado pela Prefeitura e que atraiu o banco Bamerindus e a empresa Suvinil. Ele lembra que o contrato com essas empresas já acabou e que novas parcerias podem ser firmadas. A administração atual vai ter que continuar consertando mesmo. Mas, na época, fizemos além do que imaginávamos.





