Ex-clientes de planos de saúde migram para SUS
Londrina - A Secretária Municipal de Saúde interina, Susana Verlingue, afirma que a reforma, construção e ampliação das unidades básicas de saúde têm sido realizadas em função do desgaste natural em função da passagem do tempo e também devido ao aumento de pessoas que possuíam planos de saúde e que têm migrado para o Sistema Único de Saúde. "Existem unidades que estavam há mais de 20 anos sem reforma alguma e que precisavam ser adequadas para as novas necessidades. Além disso, a migração de pessoas que possuíam planos de saúde para o SUS gerou um aumento médio estimado de 20% no número de pessoas atendidas por cada unidade", afirmou.
Segundo ela, foram investidos no total R$ 8.710.490,99, dos quais R$ 5.539.711,53 foram recursos federais e R$ 3.170.779,46 foram oriundos de recursos próprios. Atualmente estão em construção cinco novas unidades: UBS Guanabara (Sul), UBS Campos Verdes, Padovani/Vista Bela e Milton Gavetti (norte) e UPA Porte 3 (centro-oeste).
Outras 12 unidades estão com reformas em andamento: UBS União da Vitória e Cafezal (zona sul); UBS Parigot de Souza, Cabo Frio/Imagawa, Vivi Xavier e CAPS 3 (norte); UBS Jd. Santiago (oeste); UBS Marabá; Lindóia, Armindo Guazzi e Novo Amparo (leste) e UBS C.S.U (central).
No final de junho a prefeitura concluiu a reforma da UBS Aquiles Stenghel (norte); UBS Tókio (oeste) e UBS Guaravera (oeste). Ainda este ano a prefeitura iniciará a reforma da UBS Chefe Newton/Parati (norte). (V.O.)





