Giovani Ferreira
De Curitiba
A abertura de um canal de comunicação mais eficiente entre médicos residentes, acadêmicos e profissionais da Medicina. Essa é uma das principais propostas do IV Congresso de Acadêmicos e Médicos Residentes da Associação Médica do Paraná (AMP), que está discutindo a aplicação prática de diversos temas teóricos, que não são abordados com a profundidade necessária pelas escolas de Medicina.
As abordagens do encontro levam em consideração a importância do residente na rotina diária dos hospitais. ‘‘Hoje o residente é uma importante força de trabalho’’, disse o médico e professor José Luiz de Andrade Neto, presidente da comissão organizadora do congresso. De acordo com Andrade Neto, a residência é um treinamento médico em serviço, fundamental para a formação do profissional.
Somente nos hospitais de Clínicas e Cajuru existem quase 300 residentes. No HC, o maior de Curitiba, ligado à Universidade Federal do Paraná (UFPR), são 226 residentes e 413 médicos contratados e 260 médicos/professores. No Cajuru são 72 residentes, que auxiliam no trabalho de 250 médicos.
A formação médica exige no mínimo oito anos de estudos. São seis anos de faculdade e uma residência que pode variar entre dois e cinco anos, dependendo do tipo de formação escolhida pelo profissional. Assim como está acontecendo com os métodos de ensino em todo o mundo, o aprendizado da Medicina também está passando por mudanças, de moda a aprimorar os currículos práticos e teóricos da formação médica.

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