Evangélico acerta divídas
Dos 73 funcionários demitidos do Hospital Evangélico de Londrina entre fevereiro e março deste ano, grande parte já conseguiu receber as verbas rescisórias. A empresa fechou acordo com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde de Londrina (SinSaúde) e, na última sexta-feira, depositou em juízo a primeira de quatros parcelas sobre o valor devido em verbas rescisórias para 11 demitidos que haviam entrado com ação coletiva na Justiça do Trabalho.
A presidente do SinSaúde, Aparecida Ramalho, esclareceu que têm direito ao dinheiro apenas os funcionários demitidos que não ingressaram com ações trabalhistas individuais contra o hospital. Ela precisou que no valor das parcelas não está incluído o pagamento de juros e multas. Quem quiser receber esse adicional, terá que ingressar com outra ação trabalhista.
Aparecida informou que o Evangélico vem fazendo ao longo dos meses pagamentos pontuais aos funcionários que estavam em pior situação. Ainda estão para receber os que possuem ações individuais em trâmite. Ela estimou que seriam em torno de 10, além dos 11 que começaram a receber seus direitos.
''Estamos caminhando bem. A nossa responsabilidade é permitir que o hospital não feche e que os trabalhadores recebam o que têm direito'', comentou a sindicalista.
De acordo com a diretora administrativa do Hospital Evangélico, Marisa Ferracin, a dívida trabalhista da empresa, que ultrapassava os R$ 100 mil, já foi em grande parte saldada. ''O hospital está caminhando, já honra os compromissos com seus fornecedores e mantém uma metodologia de trabalho que prima pela qualidade''. (L.A.)





