Estudo sobre transporte escolar pode atrasar
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
Betânia Rodrigues<br>Reportagem Local 
A Prefeitura de Londrina pagará - aproximadamente - R$ 15 mil para mapearem os itinerários, quilometragem e propriedades rurais atendidas pelo transporte escolar. O principal objetivo é subsidiar o próximo edital do serviço que vencerá em julho. Considerando que nenhuma proposta surgiu no pregão presencial, realizado nessa semana pela Secretaria Municipal de Gestão Pública, na melhor das hipóteses o estudo será entregue em cima da hora.
Segundo Marisa Emiko Yoshinaga, coordenadora de licitações, serviços e obras, da Secretaria Municipal de Gestão Pública, o novo pregão ocorrerá, provavelmente, no final de março. A empresa vencedora terá quatro meses (120 dias corridos), a partir do recebimento da ordem de serviço, para apresentar o resultado. Na prática, isso equivale a final de julho.
Para garantir a precisão do estudo, a prefeitura exigirá da empresa vencedora a utilização do GPS na tarefa. ''A intenção é otimizarmos o transporte, que profissionalizou-se com a terceirização em 1993, e atende satisfatoriamente todos os distritos. No mínimo, ele confirmará que estamos no caminho certo'', disse a secretária municipal de Educação Carmem Sposti.
Os trajetos, paradas e horários em vigor no transporte escolar da zona rural foram definidos e atualizados, anualmente, pela própria Secretaria Municipal de Educação. Apesar dos recentes temporais que atingiram a cidade, Carmem afirma que o serviço está a contento. ''Pelo menos, foi o que informaram os diretores das escolas na última reunião, ocorrida semana passada'', justificou.
Neste ano, a prefeitura gastará, aproximadamente, R$ 8 milhões para transportar os alunos da zona urbana e rural (incluindo educação especial e projetos pedagógicos). Para isso, o município contará com verba do Estado e União, que é repassada a uma única empresa.


