Estudo da UEL leva 6 meses para diagnosticar problema
Quando aconteceu o derramamento de 100 mil litros de óleo diesel no Ribeirão Lindóia, uma equipe da UEL, coordenada pelo doutor em Ecologia de Solo e professor Galdino Andrade, levou seis meses para diagnosticar a situação da Bacia do Jacutinga e, principalmente, o ponto exato onde ocorreu o dano ambiental.
Segundo Galdino, foram avaliadas as nascentes, as matas ciliares, onde havia lançamento de esgoto doméstico e clandestino, ocupações clandestinas, entre outras. ''Houve uma alteração no metabolismo dos peixes, no fígado dos peixes. Houve a contaminação do lençol freático e outros sérios problemas'', disse.
Para Galdino, a área já está bastante recuperada, porém, ele salienta que danos como esses não devem acontecer. ''O trabalho realizado na Bacia do Jacutinga foi muito grande e posso dizer hoje que depois do acidente a área já está ficando melhor do que antes do acidente. Infelizmente precisou acontecer isso para que houvesse uma ação dessa grandeza'', disse. (F.B.)





