Os estudantes de medicina da Universidade Estadual de Londrina (UEL) fazem hoje, a partir das 10 horas, no calçadão (centro) um ato público em apoio à greve dos professores e em defesa do ensino público, gratuito e de qualidade. ‘‘Foi a forma que encontramos para protestar’’, afirma a estudante e provedora do Centro Acadêmico Samuel Pessoa, Bruna Tuma.
Segundo ela, o protesto vai reunir, além dos acadêmicos, professores do Centro de Ciências da Saúde e alunos de outros cursos. Os estudantes vão instalar quatro barracas no calçadão onde a população poderá obter informações sobre saúde da mulher, como câncer de colo uterino e da mama, doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Também serão abordados temas relacionados à saúde da criança, como orientações nutricionais, diarréia, desnutrição infantil, além de orientações sobre hipertensão arterial e saúde mental.
Bruna Tuma observa que a idéia foi levar o movimento dos professores para o centro da cidade. ‘‘Tudo está muito concentrado no câmpus e a população acaba não sabendo o que está acontecendo. Com o movimento, queremos mostrar que o problema que motiva a greve não afeta apenas os professores e alunos, mas toda a comunidade que utiliza os serviços prestados pela universidade’’, explica.

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