Quando começou a se envolver com o movimento estudantil, a então estudante A.F. teve que escolher entre participar da ocupação da PUC-PR ou continuar um namoro que já durava dois anos e meio. Ela decidiu pela primeira opção.
Saiu ganhando em dois aspectos. Primeiro pela experiência de participar de um movimento contra o status quo, e segundo por ter encontrado um novo amor entre os manifestantes. Depois de um período de namoro, ela se casou com A.S.N.. Apesar de ter participado da invasão, ele é hoje funcionário da PUC-PR.

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