Estudante que faz avaliação é mais seguro
Estudante que
faz avaliação
é mais seguro
Andréa Kugler Ribeiro, de 16 anos, ainda nem chegou ao 3º ano do ensino médio, mas já sabe que vestibular pretende fazer: É Direito ou Administração de Empresas, diz ela, que passou por um programa de orientação vocacional recentemente, enquanto ainda cursa o segundo ano. Andréa, na verdade, é uma exceção. A maioria dos estudantes às portas do vestibular não passou por nenhum programa de orientação profissional, apesar de grande parte ainda estar em dúvida sobre o curso a fazer.
Antes tanto fazia fazer Biologia ou Direito. A orientação mostrou que meu caminho é humanas e eu vi que é isto mesmo o que quero, diz Andréa, que está programando, agora, visitas à universidade para conhecer estes cursos de perto. Do outro lado da história está José Magi Stuqui, de 19 anos, que tenta o vestibular pela terceira vez, sem ter passado por orientação. Estou em dúvida entre Relações Internacionais e Medicina, diz. A primeira opção aconteceu porque desde o 1º colegial ele sempre gostou de matérias como direito, política e economia. Este ano, entretanto, ele começou a gostar também de biologia.
Ricardo Ducci, 18 anos, não tem dúvidas. Vou fazer Medicina. Na orientação vocacional feita no colégio deu 99% para Ciências Biológicas e hoje ele sonha em ser neurologista. João Paulo Ribeiro Santana, 18 anos, aluno do terceirão, também passou por orientação vocacional e hoje fala sem dúvidas que pretende fazer Arquitetura. Eu sempre pensei em fazer, mas o resultado também bateu, conta.
Tiago Stuqui, de 18 anos, aluno do terceirão, também conversou com um profissional da área de Farmácia para se decidir. (M.G.)





