Algumas entidades, como a Escola Profissional de Londrina (Epesmel), já se preocupam em dar uma formação mais completa aos adolescentes, visando ''a educação para o mundo e não apenas para o mercado de trabalho''. A escola mantém cerca de 1,3 mil crianças e adolescentes em cinco projetos, envolvendo programas de inserção no mercado de trabalho, profissionalização, pré-profissionalização, cursos para menores aprendizes e o projeto Murialdo, para menores infratores.
Segundo a assistente social Silmeri Rossi, uma das estratégias tem sido as parcerias com empresas e entidades, como o Sindicato do Vestuário do Paraná (Sivepar), permitindo a contratação de meninas que frequentaram o curso de costura industrial. Em relação aos que assinam contrato como menores aprendizes, o padre Lídio Roman explica que os esforços são sempre no sentido de dar suporte para que continuem na empresa após completarem 18 anos. Ou, então, que consigam outra colocação na sequência.
A Epesmel conta atualmente com mais de 50 empresas parceiras para a contratação de adolescentes em caráter de aprendizado. Atualmente 190 deles estão trabalhando. Outros 450 adolescentes entre 14 e 17 anos frequentam cursos profissionalizantes e mais 220 crianças de 7 a 13 anos participam do Projeto ABC - Aprendendo, Brincando e Criando, com atividades sócio-educativas. (S.L)

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