Estranhos barulhos nos corredores
Estranhos
barulhos nos
corredores
As noites na Secretaria Estadual da Educação são cercadas de mistérios. No antigo colégio interno de freiras, algumas pessoas já escutaram vozes, passos e até tiros. Há cerca de um mês, a zeladora da Secretaria Estadual da Educação, Maria do Carmo Furquim, presenciou uma cena semelhante. Na cantina da secretaria, por volta das 6h30, ela estava com uma colega iniciando o preparo do café quando ouviu uam voz chamando a amiga. No entanto, elas olharam no corredor e não tinha ninguém.
O caseiro da Secretaria e marido de Maria do Carmo, Ismael Furquim, conta que quem geralmente presencia os fantasmas são os vigias e o pessoal da limpeza. Eu não acredito que eles existam, mas por precaução melhor não duvidar muito, diz o caseiro, que afirma se protegido dos espíritos, porque é evangélico.
Furquim trabalha na secretaria há 24 anos, quando em 1975 o governo estadual comprou o prédio. Desde aquela época já existiam informações sobre aparições, afirma. Sempre eram os vigias que viam fatos de arrepiar os cabelos, informa.
O próprio caseiro já vivenciou um fato que o assustou. Há três meses, vi uma luz acesa em uma das salas, depois do expediente. Quando cheguei para apagar, estava tudo escuro, lembra. No entanto, o caso que mais chamou a atenção de Furquim foi contado por dois vigias nos anos 90. Os guardas teriam vistos dois vultos brancos próximo do posto bancário , que funciona dentro da secretaria. Era dia de pagamento e eles acharam estranho ter gente já na fila do banco tão cedo. Quando os vigias chegaram perto, os vultos desapareceram e eles ficaram de cabelo em pé, diz.





