DivulgaçãoTrabalhador na Vila Ukrania: preparando-se para se transformar em produtor ruralNos primeiros 30 meses de moradia nas vilas, as famílias ainda não são proprietárias dos seus pequenos sítios, mas apenas locatárias. Durante esse período, técnicos da Secretaria da Agricultura vão ensinar essas famílias a serem produtoras rurais. Os bóias-frias, apesar de trabalhadores rurais, desenvolvem tarefas estanques, na maioria das vezes trabalhando apenas na colheita, sem conhecimento de todo o processo produtivo.
O desafio do Governo do Estado, por meio da secretaria da Agricultura, é formar essas famílias para a produção rural; garantir que elas consigam produzir alimentos e animais não só para sua subsistência, mas também com fins comerciais. Os 30 meses iniciais são divididos em dois períodos de 15. No primeiro período, o objetivo é ensinar as famílias a cultivar a terra para sua própria subsistência. Nos outros 15 meses elas vão aprender a produzir no sítio excedentes para comercialização.
Além da assessoria, as famílias recebem também insumos, como ferramentas e adubos. Cada sítio vem equipado com um pequeno armazém para guardar as ferramentas e a produção, além de um galinheiro com galo e 25 galinhas. Segundo estudos da Secretaria da Agricultura, apenas com a comercialização da produção de ovos é possível para algumas famílias custear despesas com energia elétrica e água, além de pagar a prestação do sítio. A partir do trigésimo mês, o programa prevê o pagamento do imóvel em 25 anos com prestações que não comprometam mais de 20% da renda familiar.
O programa das Vilas Rurais também não descuida do atendimento à saúde das famílias e da educação de seus filhos. Ele prevê a instalação das vilas próximas a distritos rurais que ofereçam escolas e postos de saúde e odontológico.

mockup