Muita gente que passou pela Associação das Mulheres Batalhadoras do Jardim Franciscato já saiu de lá para ocupar postos de trabalho ou uma cadeira num curso universitário. E muitas destas pessoas acabam por voltar e de ex-alunos acabam virando monitores, auxiliares e até professores.
Roselita Martins Cavalcanti é um exemplo. Ela cursou o magistério e como estava sem exercer decidiu frequentar aulas de idiomas e informática da associação.
''Eu sonhava em ter e-mail para receber mensagens, me relacionar com outras pessoas'', recorda Roselita. O aprendizado virou amizade e a professora acabou aceitando o convite para atuar com alfabetização de adultos. ''Esse espaço foi uma benção para mim'', agradece.
Em pouco mais de um ano nas aulas de bordado, a dona-de-casa Maria Pinheiro Santana passou de aluna a monitora e hoje já tira as dúvidas de colegas. ''A associação é importante demais para a comunidade'', aponta.
E continua chegando gente nova na associação. Na última quarta-feira começaram as palestras promovidas pelo Núcleo Londrinense de Redução de Danos com adolescentes. ''Vamos falar sobre DSTs, gravidez na adolescência, violência e abuso de drogas'', revela o coordenador do projeto, Edson Facundo.

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