Espaço físico ainda é desafio
Hoje, as escolas que passam por reforma ou são construídas, tanto da rede municipal quanto da estadual, já atendem as necessidades de alunos especiais, com rampas, bebedouros, portas e banheiros adaptados. Mas nas escolas antigas o problema persiste. Quando existe a demanda de alunos especiais, são solicitadas adaptações que vão sendo feitas de acordo com as necessidades e com a disponibilidade de verbas, nem sempre atendendo as escolas de imediato.
No caso da Escola Maria Irene Vicentine Teodoro, a reforma no prédio ainda não saiu. O projeto, segundo a diretora Maria Helena Ramos Fernandes, está em fase de execução de planilha de custos. ''Não temos banheiros para cadeirantes, rampas, quadra. Para atender os alunos contamos com a ajuda dos professores e colegas de sala. Se tivéssemos a reforma, o atendimento poderia ser melhor e outras crianças com necessidades poderiam estudar aqui''.
No total, são atendidos 17 alunos com necessidades especiais (seis deles com deficiência física). Dois deles são cadeirantes, outros dois com dificuldades motoras e os demais com problemas de aprendizagem.
Duas salas de conduta abrigam crianças com algum tipo de síndrome e com dificuldades de aprendizagem e comportamento. Duas professoras especializadas atendem os alunos. Há ainda uma sala de recurso para alunos com dificuldades consideradas menos graves. A escola mantém também projetos como coral, grupo de pagode, futsal e ginástica rítmica, atividades que incluem todos os alunos.
Tanto o Núcleo Regional de Educação (NRE) quanto a Secretaria Municipal de Educação informaram que as adaptações nos prédios são feitas de acordo com a demanda e a necessidade dos alunos.(M.O)





